Laura encerra shows no Brasil com três apresentações seguidas
Foram três dias, 21, 22 e 23 de janeiro, intensos de concertos no Brasil, e em todos eles, Laura Pausini declarou incansavelmente sua paixão pelo nosso país.
Antes do show, em frente ao CrediCard Hall, a ansiedade era notória. Fãs de vários estados já aguardavam na fila para entrarem na
passagem de som, que foi aberta apenas para membros do Laura 4u. “É uma expectativa muito grande para um show realmente inédito”, conta Jônas, 27, fã desde 2000, que veio de Fortaleza para os três concertos de Laura.
E Laura não decepcionou, abrindo o espetáculo com Benvenuto, primeiro single de “Inedito”, a cantora italiana de início à temporada de shows fora da Itália, pela “Inedito World Tour”.
Os shows tiveram casa lotada, e uma euforia constante. A energia de Pausini contagiou o público que acompanhou a maior parte do show em pé.
Com a setlist semelhante à dos shows italianos, a única diferença foi as músicas cantadas nas versões em português, como “Inesquecível”, “No primeiro olhar” e depois uma versão acapella de “Agora não”.
Os novos arranjos também foram facilmente identificados. Pegando a essência deles na época de lançamento e mesclando com a fase atual de Laura. Como em “Resta in ascolto” que ganhou um arranjo mais limpo e uma pegada ainda mais Rock.
Com uma simpatia difícil de ver em cantoras de nível internacional, Laura não poupava elogios ao público, e sempre brincava. No show do dia 23, inclusive, Pausini cantou parabéns para uma fã. Além de sempre declarar que o público brasileiro é especial.
O show de fato foi um espetáculo, com direito a DJ, duelo dos guitarristas, e apresentações dos bailarinos. E o público não parava, a emoção era evidente, e soavam várias vezes o famoso “Laura eu te amo”.
No final do concerto, após Laura apresentar a equipe, e sair, ela voltava de roupão e descalça
Laura agora segue sua turnê pela América Latina, e depois continua pela Europa. As chances dela voltar ao Brasil no segundo semestre são grandes, visto o sucesso desses três shows.
por Natália Melo






